Arqueologias do sensível: do fundo antropológico às figurações da cidade e do corpo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.62507/issn.2176-6479.v50i1.805

Palavras-chave:

Arqueologias do sensível, fundo antropológico, figurações, cidade, corpo

Resumo

As raízes antropológicas da arte absorvem, fixam, conduzem e armazenam a necessidade intrínseca do ser humano de comunicar, ritualizar e dar sentido à sua existência. Desde uma perspectiva original, a criação não nasceu como objeto de decoração ou entretenimento, mas como um meio fundamental de sobrevivência sensível, cognitiva e social da espécie.

A arte paleolítica e tribal exercia três funções coletivas: magia e propiciação ritual; coesão social e mitologia; pensamen- to simbólico e cognição. Na sua evolução, o fato artístico percorre o trajeto do sagrado ao estético, deixando em evidência poder e divindade; humanismo e individualismo; autonomia e estética, até alcançar a performance radical dos dias de hoje, fortemente influenciada pela globalização, pela tecnologia e pelo mercado.

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Biografia do Autor

José Ronaldo Mathias, Centro Universitário Belas Artes de São Paulo

Doutorado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA- USP) em 2006. Mestrado pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC-SC) em 2001 e Graduação em Direito pela Presidente Antônio Carlos (UNIPAC-MG) em 1995. Pesquisador e Colaborador da Universidade de São Paulo FFLCH-USP (2019 a 2021). Desde 2002 é professor do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. É coordenador dos cursos da Pós Graduação Lato Sensu, História da Arte e Arte Educação Comunicação e Retórica. Coordenou a Central de Extensão no período de 2009 a 2011. Em 2018, ingressou como professor titular da Pós Graduação Stricto Sensu - Mestrado Profissional em Arquitetura, Urbanismo e Design. Autor do livro Antropologia e Arte (2014), Editora Claridade, e Antropologia Visual (2016), Editora Nova Alexandria e Uma outra história da arte e o Campo da Arte ambos da Ed. Belas Artes. Desde 2023 é Diretor de Gradução da Belas Artes.

Juan Droguett, Centro Universitário Belas Artes de São Paulo

Graduado em Comunicação e Linguagens, obteve o Master em Educação e especializou-se em Semiótica do Espaço (Arquitetura e Design) e Psicanálise no Instituto Oscar Pfister- Associação Internacional de Psicanálise Freudiana-, ligado à Pontifícia Universidade Católica de Salamanca/Espanha. Pós-doutorado pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo - FFLCH/USP, nela desenvolveu "um método onírico de interpretação psicanalítica na interface: cinema e psicanálise" com o subsídio da FAPESP. Doutor em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo: PUC/SP e em Educação pela Universidade de Salamanca/Espanha. Obteve o reconhecimento de sua Licenciatura plena em Educação pela Universidade de São Paulo, sendo habilitado para exercer nas disciplinas de Filosofia, Psicologia e Gerenciamento Educacional (USP/MEC) e exerceu como diretor, coordenador pedagógico e orientador em alguns colégios de São Paulo/Brasil.

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Publicado

05-10-2026

Como Citar

MATHIAS, J. R.; DROGUETT, J. Arqueologias do sensível: do fundo antropológico às figurações da cidade e do corpo . Revista Belas Artes, [S. l.], v. 50, n. 1, 2026. DOI: 10.62507/issn.2176-6479.v50i1.805. Disponível em: https://revistas.belasartes.br/revistabelasartes/article/view/805. Acesso em: 25 out. 2026.

Edição

Seção

Editorial