A REVOLUÇÃO ESTÉTICO-TECNOLÓGICA

Autores

  • Maria Auxiliadora Leite Costa Centro Universitário Belas Artes de São Paulo image/svg+xml

Palavras-chave:

sujeito, simulacro, sociedade de consumo, inteligência artificial, estética

Resumo

O presente artigo propõe uma reflexão crítica sobre os efeitos estético- tecnológicos da sociedade contemporânea, tomando como base o conceito do sujeito maquínico e sua imersão nas lógicas da sociedade de consumo e do simulacro. Derivado da pesquisa de mestrado da autora — cujo foco recai sobre o cinema de ficção científica como espaço simbólico de mediação entre homem, máquina e linguagem — o texto atualiza e expande essa análise à luz das transformações provocadas pela inteligência artificial, pela hiperprodução de imagens e pelos deslocamentos identitários mediados por tecnologia. O cinema, aqui compreendido como uma das grandes invenções modernas, é resgatado não apenas como dispositivo narrativo, mas como suporte técnico e sensível para observar os atravessamentos entre realidade, ficção, design e subjetividade. Através de um olhar ensaístico-teórico, o artigo convida à reflexão sobre o modo como as formas culturais, hoje, são mobilizadas não apenas para representar o mundo, mas para simular realidades — apagando a fronteira entre o estético e o operacional, o humano e o maquínico.

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Biografia do Autor

Maria Auxiliadora Leite Costa, Centro Universitário Belas Artes de São Paulo

Docente do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

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Publicado

17-04-2026

Como Citar

COSTA, M. A. L. A REVOLUÇÃO ESTÉTICO-TECNOLÓGICA. Revista Belas Artes, [S. l.], v. 49, n. 3, p. 66–85, 2026. Disponível em: https://revistas.belasartes.br/revistabelasartes/article/view/755. Acesso em: 20 abr. 2026.