O PODER DAS IMAGENS PARA A CRIAÇÃO DA IDENTIDADE BRASILEIRA: COMO A ARTE CONSOLIDOU VISÕES COLONIALISTAS E MOLDOU ESTEREÓTIPOS SOBRE O BRASIL
Palavras-chave:
Identidade Brasileira, Colonialismo, Relatos de viajantes, Exposições universaisResumo
Pode-se dizer que este trabalho contém dois momentos que se comunicam a partir de um fio condutor conceitual que os conecta: como as imagens forjam certo imaginário de uma sociedade, e como estas moldam estereótipos no modo como tal sociedade lê a si mesma. Neste sentido, apropriou-se para a elaboração desta pesquisa o conceito de imagem de Hans Belting. Assim, procurou explorar, no primeiro momento, as obras pictóricas de Hans Staden e, por conseguinte, as respectivas releituras de Théodore de Bry. Já no segundo momento, obras de Victor Meirelles e François Ambroise Gilbert entram em cena para corroborar a seguinte hipótese: independentemente do corte temporal de suas criações, todas produzem e reiteram um olhar, com seguinte um juízo estético colonial determinante na confecção do imaginário e da identidade brasileira sobre si mesma.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 José Ronaldo Alonso Mathias, Victoria Lima de Carvalho

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Os trabalhos publicados na Revista Belas Artes têm como modelo da licença de no padrão Creative Commons, com obrigação da atribuição do(s) autor(es), proibição de derivação de qualquer material publicado e comercialização. Ao concordar com os termos, o(s) autor(es) cedem os direitos autorais à Revista Belas Artes, não podendo ter licenciamento alterado ou revertido de maneira diferente do Creative Commons (by-nc-nd). Informações adicionais em: creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0